Essa é pra você, que assim como eu,adora apreciar o céu estrelado ou a lua. Sabemos que essa é uma tarefa quase impossível para quem mora em apartamento.Quase...
Pensando nisso, a designer argentina Aldana Ferrer Garcia desenvolveu três modelos de janelas que permitem ao morador uma nova experiência de ver o céu de dentro de casa
Sua linha, chamada de More Sky, é composta por três modelos de janela que oferecem ao morador uma nova experiência ao ver o céu.Em uma delas (o modelo semi-cápsula) é possível até mesmo meditar.
Ninguém melhor do que Nicole, para intrerpretar Grace, disso não tenho a menor dúvida. A minha dúvida era o porquê de tanta polêmica para que o filme fosse liberado. Agora, que assisti, entendi tudo. Afinal, sabemos bem que uma vida de princesa está longe de ser o que geralmente imaginamos. Por trás da glamurosa vida dos Grimaldi, havia muita politicagem, familiares invejosos e muitos sacrifícios em nome da realeza. O que vi de diferente? A presença de um amor que surgiu após o casamento e a descoberta de uma atriz por seu melhor papel: o de princesa de Mônaco. Ranier era realmente fraco, e longe de ser um príncipe encantado, mas ficou claro o respeito e amor que tinha por Grace. Senti falta da parte na qual acompanhei quando criança. Stephanie, a princesa rebelde e sexy (e com o dom de fazer as piores escolhas amorosas) nem chega a aparecer no filme. Já a elegante princesa Caroline, aparece pequenininha brincando no meio do circo real. Albert, passa despercebido, como sempre. Enfim, o filme relata o início da vida de Grace como princesa, mãe e mulher encantadora que foi. Quanto á Nicole, essa teve um desafio grande. O de fazer pela primeira vez o papel de uma mulher mais bonita do que ela mesma!
A Saint Gobain, responsável pelos materiais que compõem as estruturas do Museu do Louvre, do estádio do Maracanã, da Ponte Estaiada e da Catedral de Brasília é também responsável por essa mostra interativa incrível que está rolando no Ibirapuera.
A empresa foi fundada há 350 anos e de lá para cá alcançou o mundo,estando hoje presente em 64 países, com cerca de 180 mil funcionários a multinacional é responsável pela produção de itens de construção civil que fazem parte de casas e habitats inovadores.
Em sua rota curta e especial para comemorar a data de aniversário, a Saint Gobain escolheu o Brasil para apresentar a exposição itinerante “Sensações do Futuro” com o objetivo de difundir cultura e conscientização sobre a necessidade de residências que vão além do conforto e beleza.
“Aproveitamos nossa longa história para pensar sobre o futuro com os pavilhões efêmeros da exibição”, afirmou o CEO mundial da companhia Pierre-André de Chalendar ao contar que os espaços construídos para a intervenção no Parque Ibirapuera foram feitos com tecnologia e produtos da Saint Gobain.
Após Xangai, na China, a mostra veio direto para São Paulo. Depois segue para a Filadélfia, nos EUA, e volta ao local de origem da companhia, na França, para terminar o giro na cidade de Paris.
A exibição foi inaugurada no domingo e mais 17 mil pessoas já a visitaram. O evento fica aberto ao público na Arena de Eventos do Parque, das 10 às 22h, somente até sábado (04/04). Por meio de quatro pavilhões que exploram sentidos dos visitantes, a exposição explora as percepções com cada instalação dedicada a um tipo diferente de sensação
No pavilhão Ver é possível presenciar uma espécie de festa dançante com um mosaico de pinturas e quadros renascentistas que remetem ao trabalho, evolução tecnológica e cultura para terminar com imagens abstratas decoradas com rostos humanos.
Já no Colorir, os visitantes andam por um pequeno labirinto móvel de vidros coloridos, porém transparentes que mostram levemente o reflexo de quem se aproxima.
No cubo Ouvir o ambiente é mais escuro e por meio de várias caixas de som o observador é banhado por um turbilhão de sons da natureza, das cidades e por música clássica.
O pavilhão Criar possui um espelho no chão que reflete todo o jogo de luz projetado nas paredes irregulares do local. Partículas e fachos de luz dançam sobre um pupurri de ritmos musicais que lembram no melhor estilo o conceito de “faça-se a luz” da criação cósmica.
Há ainda um pavilhão interativo focado na trajetória da empresa, em seus valores e atuações pelo globo, que revela como soluções para o habitat podem ser alinhadas com as necessidades ambientais de preservação e sustentabilidade.
E pra quem acha que já inventaram todos os tipos de Rubik's (o nosso bom e velho cubo mágico), segue a nova versão, iluminada e recarregável.Uffa,não sei como viveríamos sem isso!
Formado na Central Saint Martins (Universidade de Arte em Londres), Sebastian ‘Seb’ Lester é um designer gráfico. Trabalha na cidade de Lewes (Inglaterra) e tem um estúdio caseiro nas margens de um dos mais antigos castelos na Inglaterra.
Especializados em tipos, já trabalhou com algumas das maiores empresas, publicações e eventos do mundo, como a NASA, a Apple, Nike, Intel, The New York Times e os Jogos Olímpicos de Inverno de 2010.
Além disso, foi designer Senior na Monotype por nove anos e desenvolveu fontes personalizados para muitas marcas conhecidas, incluindo a British Airways, Intel, Waitrose, The Daily Telegraph, H & M e Barclays.
Um novo amor pela caligrafia tem empurrado o seu trabalho em novas direções. Dentro de quatro anos, ele tornou-se um dos calígrafos mais conhecidos do mundo, com 500 mil seguidores nas redes sociais como o Instagram e Facebook, o designer atualiza conteúdo diariamente.
Entre suas ferramentas de trabalho estão a Paralelo Pilot Pen e marcadores.
Vale a pena conhecer esse trabalho, nem sempre valorizado como deveria.
Ontem fui assistir a "Teoria de Tudo", filme sobre a vida do mega astrofísico Stephen Hawkins. Que o cara é um gênio, todos sabem, mas o que ficou comprovado é outra teoria: a de que por traz de um grande homem há sempre uma grande mulher. Incrível o que Jane Wild fez por ele, provando á todos outra teoria: a de que nada é impossível.
O casal tinha como uma das poucas divergências a crença em D'us, questão que com o passar dos anos se alinhou como os astros.
Escolheria como trilha para o filme,a musica Now We Are Free, de Lisa Gerrard.
A música é cantada em uma linguagem própria, na qual Lisa inventou aos 12 anos de idade, acreditando estar falando através dela, com D'us.
Acho perfeita pois ela une o novo e desconhecido para se comunicar de uma forma única, formando uma musicalidade que não precisa fazer sentido algum para transmitir a emoção que passa.